Acontece na UBI

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Acontece na UBI

Mensagem  lctmz em Sab Jan 17, 2009 4:31 pm

Aparelho mede a intensidade da dor
Uma equipa de investigadores da Universidade da Beira Interior, criou um aparelho capaz de registar e traduzir a intensidade da dor quando o paciente está a ser sujeito a tratamento médico.
Um equipamento pioneiro no país, que já foi apresentado no Congresso Europeu de Anestesiologia, na Dinamarca.

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=382258&tema=37

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Re: Acontece na UBI

Mensagem  MarCosta em Dom Jan 25, 2009 5:52 am

"Avaliados mais de 60 hospitais portugueses
A Escola Nacional de Saúde Pública avaliou mais de 60 hospitais públicos portugueses.

No topo da lista estão algumas unidades de saúde da Beira Interior.

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=384039&tema=37 "

Importante já que são 2 dos hospitais por onde passamos nos anos clínicos ^^

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Re: Acontece na UBI

Mensagem  lctmz em Sab Fev 14, 2009 3:49 am

" O MedUBI vai organizar o “II Hospital do Faz de Conta” (HFC) nos dias 23 a 27 de Março nas instalações da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI. Este será dirigido a crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 7 anos de idade, que frequentem infantários e escolas do 1º ciclo da região. As actividades começarão na tarde de dia 23, a qual será reservada para os jovens da APPACDM.

O HFC é um “hospital” em que as crianças são os “pais” que levam os seus “filhos”, os bonecos, ao hospital. Neste “jogo de faz de conta” as crianças serão recebidas por estudantes dos cursos de Medicina, Ciências Farmacêuticas, Ciências Biomédicas e Psicologia, que desempenharão o papel de profissionais da área da saúde no intuito de investigar a “doença” do boneco. Para tal, as crianças passarão por um circuito pré-determinado que inclui diferentes “áreas hospitalares”, nomeadamente, consultório médico, sala de tratamentos, sala de imagiologia, bloco operatório, internamento, bem como áreas não hospitalares como a farmácia. Para além destas áreas, existirá também uma sala de educação para a saúde, onde serão abordados, de forma interactiva a Segurança Rodoviária e a Segurança em Casa.

O HFC tem assim como principal objectivo ajudar as crianças, num período de não doença, a perder os seus medos do ambiente hospitalar, entre os quais, o medo da “bata branca”, dos instrumentos e das técnicas médicas, de uma forma didáctica e dinâmica. É assim importante não só na formação das crianças, como também na formação dos estudantes de medicina.
No ano de 2008, realizou-se a primeira edição do “Hospital do Faz de Conta” que foi um grande sucesso, sendo extremamente enriquecedor tanto para crianças como para todos os colaboradores e participantes neste projecto.

A ideia original deste projecto nasce com a European Medical Students’ Association (EMSA), que representa mais de 200 associações de estudantes de escolas de medicina por toda a Europa e desenvolve vários projectos originais, entre os quais o “Teddy Bear Hospital”. Em Portugal, diversas associações de estudantes de medicina têm vindo a implementar este projecto na sua comunidade, por conseguinte, o MedUBI, como recente membro da EMSA, não poderia deixar de responder ao desafio de desenvolver uma actividade semelhante dirigida às crianças do interior do país."

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Alunos de Medicina vão praticar em doente virtual

Mensagem  MyNameIs em Sab Mar 07, 2009 1:26 pm

Alunos de Medicina vão praticar em doente virtual


PATRÍCIA JESUS
CARLOS PIMENTEL
Tecnologia. Em breve, os futuros médicos vão ter acesso a doentes virtuais para praticar as entrevistas nas consultas. É que perceber os doentes e fazerem-se entender nem sempre é fácil, mas é fundamental para chegar ao diagnóstico correcto, lembram os responsáveis pelo projecto

Alunos de Medicina vão praticar em doente virtual
"O que é que lhe dói?" Esta é uma pergunta que os alunos de Medicina vão poder fazer vezes sem conta ao doente virtual que está a ser desenvolvido pela Universidade da Beira Interior (UBI). O projecto inovador, financiado pela União Europeia, está a criar um "paciente X" para os estudantes poderem treinar as consultas e a capacidade de diagnóstico.

Por trás deste boneco virtual, "preso" dentro de um monitor, estará uma complexa aplicação informática. É ela que vai permitir que o doente fale e explique o que sente, responda a perguntas e até que diga se não percebe as explicações do médico.

"Os estudantes têm de aprender a colocar as questões certas, mas também da forma certa. Ou seja, de maneira a que o doente perceba", diz Isabel Neto, professora da UBI, que coordena o projecto. Isto é, se o futuro médico perguntar se o doente sofre de cefaleias pode receber um não como resposta, simplesmente porque este não sabe que o médico está a falar de dores de cabeça. Ou seja, é preciso que percebam quem é que têm à frente.

Na verdade, o programa não inventa um doente, mas os que forem necessários, cada um com um perfil: da idade à escolaridade, ou até à região. "Por exemplo, aqui na região é comum as pessoas dizerem que têm o 'cobrão'. Mas isto não faz parte da linguagem médica, é um nome que o povo dá a uma doença de pele", lembra o médico Miguel Castelo Branco, também envolvido no projecto.

Para criar doentes virtuais parecidos com os reais, os programadores vão assistir a consultas e ver quais as expressões dos médicos que causam mais confusão aos doentes e vice-versa. E os "bonecos" também vão ter emoções: se o médico fizer muitas vezes a mesma pergunta, pode receber uma resposta torta, acrescenta o professor da UBI.

Depois da entrevista é possível ver se o aluno fez todas as perguntas que devia, como devia, e se acertou no diagnóstico, explica o médico. Uma das vantagens é que "o simulador permite que a consulta seja repetida as vezes que for necessário, o que não acontece com os doentes reais", acrescenta. No entanto, este exercício não vai substituir a prática com os doentes reais, assegura Isabel Neto: "As simulações, feitas ainda antes do contacto com os doentes, dão-lhes mais segurança, mas uma coisa não substitui a outra."|


in DN
http://dn.sapo.pt/2009/02/24/sociedade/alunos_medicina_praticar_doente_virt.html

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